04 de jan 1965 – Morre T. S. Eliot, poeta modernista, dramaturgo e crítico literário britânico-americano.

Posted: Janeiro 4, 2012 in Blogs Recomendados
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Rev. JUCELINO SOUZA
via Jornal do Brasil

T. S. Eliot, poeta modernista, dramaturgo e crítico literário britânico-americano.

Thomas Stearns Eliot, poeta modernista, dramaturgo e crítico literário britânico-americano.

Morre T. S. Eliot, expoente da poesia moderna e da crítica poética
“A poesia não é uma forma de desabafar a emoção, mas de escapar dela. Não é a expressão da personalidade, mas uma forma de fugir a ela. Mas apenas aqueles que têm personalidade e emoção sabem o significado de querer escapar dessas coisas”. T. S. Eliot

Prêmio Nobel da Literatura de 1948, T.S. Eliot, 76 anos, morreu depois de uma longa existência voltada à arte que o escolheu, antes mesmo que ele a elegesse, Eliot indicou, com a sua obra, os rumos modernos da poesia e da crítica poética, tornando-se com o tempo a personificação do poeta.

Thomas Stearns Eliot nasceu em St. Louis, EUA, em 26 de setembro de 1888, e sua formação educacional teve passagens por Harvard, Oxford e Sourbonne.

Em 1914, fascinado pelas coisas do passado, radicou-se na Inglaterra, onde passou a estudar e trabalhar. Editou revistas de alto nível intelectual, como Egoist e Criterion.

Eliot encontrou na fé a paz antes da morte
Seu primeiro trabalho de grande repercussão foi Love Song of Alfred Prufrock (1915), no qual quebrou tabus e convenções de uma poesia herdada do século XIX. A influência recebida dos simbolistas franceses caracterizou-se com clareza nesta obra. Depois foi a vez de do estranho Ara Vos Prec (1919), em que se aproximou da poesia provençal. E finalmente, lançou The Waste Land (1922): obra recebida de início com reserva, mas logo universalmente aplaudida pela crítica. Nela, Eliot estabelecia a oposição entre a beleza da vida antiga, plena de lendas e rituais, e a anárquica futilidade da vida contemporânea, que para ele era como a terra devastada depois dos cataclismos, apontando mais tarde como a única solução para essa aridez a busca da Fé, que o poeta encontrou um dia no anglicismo.

A nova Pátria
Em 1927, Eliot se naturalizou cidadão britânico, reafirmando sua crença de que a salvação neste mundo de terra devastada, podia estar no Cristianismo, que aos seus olhos era encarnado pela Igreja da Inglaterra. Com o poema Ash Wednesday (1930), reforçou as fortes raízes de tradição e religiosidade, que havia deitado em solo inglês. Também como crítico e ensaísta, firmou-se entre os grandes de seu tempo e, seguramente, entre os maiores de língua inglesa. Com a publicação de Four Quartets (1943), que consta de uma meditação, ratificou a respeito da importância do tempo na vida humana e suas implicações com a eternidade.

A consagração veio em 1948 com o Prêmio Nobel de Literatura. Depois ainda vieram Cocktail Party (1950), e uma coletânea de ensaios saudada pela crítica de todo o mundo.

FONTE: Jornal do Brasil
Acesse: http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php?itemid=29071

Rev. Jucelino Souza
Twitter: http://twitter.com/jucelinosouza
E-mail: jucelinofs@yahoo.com.br

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